Inteligência Artificial, Comércio Internacional e Concorrência

Inteligência Artificial, Blockchain, dentre outras tecnologias de ponta podem impactar o comércio internacional e, consequentemente, a concorrência nos mercados mundiais? --- A ITTI (Intelligent Tech & Trade Initiative) possui um projeto de analisar como tecnologias de ponta (tal como inteligência artificial, blockchain, etc.), podem criar novas perspectivas funcionais e conceituais e permitir novas transações e negociações. Tudo isso teria o impacto de significativamente impactar a concorrência nos mercados mundiais. Nesse contexto, em abril de 2018 foi realizada discussão no âmbito da UNCTAD sobre como que as ferramentas de inteligência para tecnologia e comércio impactam o acordo de e-com

Reparação de danos por condutas anticompetitivas: a futura revolução do antitruste no Brasil?

No dia de hoje participei do interessantíssimo evento organizado pelo IBRAC, em parceria com o IDP, a respeito da Reparação de danos por condutas anticompetitivas no Brasil. O programa completo do evento está aqui. Na minha fala, tratei de um tema que me é muito precioso, que é a compatibilização entre as ações de reparação e os Programas de Leniência e TCC do Cade, bem como o acesso a documentos. Esse tema foi regulamentado recentemente na Resolução 21/2018 do Cade (post anterior aqui), na qual tive a oportunidade de trabalhar na versão preliminar, quando ainda estava na SG/Cade, em 2016. Caso tenham interesse no power point da minha palestra, está disponível aqui: https://www.amandaathayde

Preços definidos por algoritmos?

Algoritmos podem definir preços independentemente? E se eles levarem a colusão? As autoridades antitruste no mundo estão preocupadas com esse fato? ---- A autoridade antitruste do Reino Unido (CMA - Competition and Markets Authority) publicou, em outubro de 2018, relatório sobre Princing algorithms, tratando especificamente sobre a possível colusão algorítimica e também das estratégias de preço personalizadas que usam algoritmos. Sugiro fortemente a leitura do relatório completo, disponível neste Link. Essa publicação revela quão atual é a discussão, conforme já apresentado em post anterior (https://www.amandaathayde.com.br/single-post/2018/09/11/Quais-os-desafios-da-concorr%C3%AAncia-na-eco

Discriminação de preços por gênero?

Que as pautas feministas estão em voga, já discutimos recentemente. Que o tema tem trazido debates na seara concorrencial, também estamos cientes. Agora, de que modo a discriminação por gênero pode vir a ser considerada uma conduta anticompetitiva, passível de repreensão pelas autoridades de defesa da concorrência no mundo? --- Em post anterior, mencionei que a OCDE lançou o debate sobre os possíveis reflexos na concorrência das questões relacionadas a gênero (https://www.amandaathayde.com.br/single-post/2018/06/21/Concorr%C3%AAncia-e-g%C3%AAnero-hein). Esse também foi o tema da palestra da Carolina Saito, Diretora da rede Women in Antitrust (WIA), no nosso primeiro evento realizado na UnB e

  • Facebook Pessoal
  • Grupo Facebook
  • White LinkedIn Icon

2017 by @irisramadasdesign