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2017 by @irisramadasdesign

05/11/2018

Que as pautas feministas estão em voga, já discutimos recentemente. Que o tema tem trazido debates na seara concorrencial, também estamos cientes. Agora, de que modo a discriminação por gênero pode vir a ser considerada uma conduta anticompetitiva, passível de repreensão pelas autoridades de defesa da concorrência no mundo?

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Em post anterior, mencionei que a OCDE lançou o debate sobre os possíveis reflexos na concorrência das questões relacionadas a gênero (https://www.amandaathayde.com.br/single-post/2018/06/21/Concorr%C3%AAncia-e-g%C3%AAnero-hein). Esse também foi o tema da palestra da Carolina Saito, Diretora da rede Women in Antitrust (WIA), no no...

25/10/2018

Há aproximadamente 1 ano fundamos a rede Women in Antitrust (WIA). Nesse período, já agregamos mais de 500 mulheres de modo virtual, já realizamos nosso primeiro evento em Brasília (UnB) e estamos prestes a realizar o segundo, em SP. E não paramos por aí! Queremos que nossa voz seja ouvida, e para isso publicamos, em parceria com o Ibrac e a Editora Singular o livro eletrônico "Mulheres no Antitruste - Volume I", que foi lançado no Seminário Internacional do Ibrac em Campos do Jordão e que está disponível gratuitamente para download!

Veja os links para download:

- No site do WIA: https://www.womeninantitrust.org

- Aqui no meu site: https://www.amandaathay...

20/08/2018

O que as questões de gênero têm a ver com as discussões de direito da concorrência? Essa foi a pergunta levantada pela OCDE em 2018, trazendo questionamentos sobre os possíveis impactos concorrenciais de práticas do mercado (tanto pela ótica da oferta quando da demanda). Que tal começar uma pesquisa acadêmica nesse sentido? Há pouco (ou quase nada) escrito nesse sentido!

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Em março de 2018 a OCDE publicou uma instigante pergunta em seu site: o que as questões de gênero têm a ver com as discussões de direito da concorrência? Link: https://oecdonthelevel.com/2018/03/02/whats-gender-got-to-do-with-competition-policy/

No documento que subsidiou a pergunta,...

Conheça a equipe de sete mulheres responsável pelos acordos confidenciais de leniência firmados entre empresas envolvidas em malfeitos e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica

Hoje, somente sete mulheres no Brasil têm acesso total e participação em todas as etapas das ultra sigilosas negociações de acordo de leniência com o Cade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Esses contratos são como as delações premiadas, mas aqui, firmados com empresas. Qualquer companhia que queira admitir e denunciar a prática de cartel deve procurar o órgão federal e então iniciar um longo e duro processo de tratativas com a equipe comandada pela chefe de ga...

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